Contra o tempo, tudo!
Assim desencavo a eternidade
Ergo muros nas autopistas
Parem! Parem!
Resetem tudo
E depois reflitam
Tudo já foi feito
É preciso nos reconstruir
Fugir do mundo
Fugir de nós mesmos
Mas sem subterfúgios
Sem velocidade
É preciso caminhar
Com paciência
Quase parando a cada passo
É preciso abandonar as convenções
Ninguém é candidato
A eternidade é aquele milésimo
Em que tudo converge
E que se colhe até o que não se plantou
Que surgiu da soma de todos os produtos
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