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domingo, 13 de julho de 2025

Justo na minha vez

Não me espere nunca

Odeio a providencia

Me agarro a previdência

Como uma laje á pilastra

Nunca joguei no bicho

Nem pedra

Nem bilhete

Vai que o cérbero

Justo na minha vez

É sem cabeça

Que o calcanhar de aquiles

Seja a minha força

Que o samba nunca acabe

Que o frevo ferva

Que a canção seja irmanada

Vai que é tudo isso

(Justo na minha vez)


Bicho-do-mato

  “Sinceramente... contar uma estória não é pouco”, dizia ele como se fosse qualquer coisa. Um interlúdio entre uma conversa e outra. Sua vi...