Todo dia voltava à casa que não era sua, mas era. Era uma casa bendita naquele tabuleiro. Quase uma casa de botão. Daqui para ali dois passos, um passo e meio. Parecia um favo com suas complexas ligações e uma sala de estar, ficar ou permanecer central e centenas de espichos em forma de quartos e escritórios. Banheiros sempre pra fora. A entrada ao centro ao descer a escada ou de elevador.
Toda operação
subterrânea com os respiradores saindo dos banheiros. Todo o resto climatizado com
a injeção de ar pressurizado pelos splits. Uma ponta de raiz ou outra sobrando das
paredes. De resto só musgos a proliferar até serem erradicadas pela aridez do condicionamento
do ar. Por cima nogueiras e abetos. Grama rala a forrar o chão. Assim versa o
bunker escondido no meio da floresta.