Ó tênue sol de minha vida
Que longinquamente reluzente brilhaste
Aqueceste-me uma primavera
Prometendo-me eterno verão
E eu que me apossei de tuas promessas
Eu que me apressei em minhas aflições
Eu que me encontrei em minha desesperança
Ao perder-me em tua calorosa recepção
Quisera eu o sol de Ícaro
Para romanticamente estatelar-me no chão
Mas o teu sol não derrete as penas
Apenas queima, dilacera minhas veias
Quisera eu a insensibilidade de Afrodite
Para da tua forjar a minha esperança
Mas é Diana Guerreira
E a indiferença é o que sobra
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