Eu que passo assombrado pela vida
Paro observo, vivo, depois descanso
Ao ver-te contemplo mil milênios
Todas as maravilhas anunciadas
E posto que parado
Analiso tamanhas qualidades
Penso serem incompatíveis
Ou impossibilidades evidentes
Penso em seguir
Mas já não sou o mesmo
Por isso prossigo
Parado a te observar
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