Acusa-me do que não sou
Não te direi quem não és
Pois se existe algo
É obscuro
Entrego-me ao mistério
Desejando intuir
Conceber o indecifrável
Pois se existir não te basta
A vida é perdida
Nessa falta de liberdade
Na prisão da compreensão
Guia-te pelo desejo
(e a vida se abrirá)
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