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sábado, 15 de novembro de 2025

A razão é uma prisão?

Percorri terras longínquas

Na minha imaginação

Prendi-me a cama

Com temor

Dos cenários perdidos

Das esquinas indobráveis

Mas como que decepado

Minha cabeça se desprendeu

Nem mesmo a túnica

O turbante

Os panos incessantemente amarrados

Prenderam minha mente

A cabeça tomou asas

Livrou-se das grades

Convulsionam as ideias

Mas hei de achar a razão

Para domá-las

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